O cara é perfeito. Daqueles que não vemos andando por aí, nas ruas, nos cinemas, nas casas de amigos, nos lugares que frequentamos. Que também não vemos naquelas festas mais frescas que, por alguma razão misteriosa, por algumas vezes encaramos, curiosos, querendo pertencer à nata. Não é um tipo de ser que se vê, se tem por perto, se sabe, se ouve falar. Nem sei explicar direito.